sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

DESAFIO: Acompanhar a elaboração de um almoço típico baiano!

Guarajuba, Bahia! Férias!! Mas os Desafios Gastronômicos não páram! Ainda mais aqui, com tantas novidades nesta área!! Depois da visita à feira da cidade vizinha, Monte Gordo, depois do tour gastronômico em Salvador, nada melhor do que acompanhar a elaboração de um almoço típico! Dona Graça foi a cozinheira! Depois de me mostrar os ingredientes em nossa visita à feira, preparou o seguinte cardápio para o almoço:
  • Carne do Sol
  • Purê de Aipim
  • Feijão Tropeiro
  • Farofa de Banana da Terra
 Os ingredientes regionais foram base para o almoço delicioso... Carne do Sol, Aipim, Feijão Fradinho, Banana-da-Terra!

Carne do Sol na Feira de Monte Gordo-BA

A carne do sol (filet mignon) foi muito bem limpa de toda gordurinha, depois, foi deixada de molho para dessalgar (em média, umas 3 horas para uma peça de 2 kg). Antes de ir ao forno, a carne foi selada na panela com um pouco de óleo, até secar o líquido. Em seguida, foi ao forno, em uma travessa, com óleo e azeite, coberta de rodelas de cebola, por 40 minutos!

Carne do Sol indo para o forno!
Enquanto a carne assava, D. Graça preparou os acompanhamentos (clique nas legendas das fotos para acessar as receitas detalhadas): 


Purê de Aipim

Farofa de Banana-da-Terra

Feijão Tropeiro

E a "estrela" do cardápio, a Carne do Sol Assada! Ficou super macia, saborosa e os acompanhamentos cairam perfeitamente, pois eram suaves, como o purê de aipim, levemente adocicados, por conta da banana-da-terra e cheios de textura e sabor, como o feijão tropeiro! Parabéns, Dona Graça! E obrigada, foi uma aula de culinária e tanto!

Carne do Sol assada!

Dona Graça e sua "obra"! Sorte dos convidados!

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Cuscuz Doce de Tapioca

Este cuscuz é servido, na Bahia, como café da manhã. É doce, branquinho, feito com farinha de tapioca. Fica delicioso com calda de leite de côco, com geléia, com banana da terra cozida!! E é facílimo de fazer, pois nem vai ao fogo!

Aprendi a fazer com a Dona Graça, mãe do amigo Luciano, que nos recebeu em sua casa em Guarajuba, Bahia!


Cuscuz Doce de Tapioca
  • 250 gr de farinha de tapioca (farinha de milho branco, flocada)
  • 1 vidro de leite de côco (ou 200 ml de côco seco batido com água no liquidificador)
  • leite o suficiente
  • 4 colheres de sopa de açúcar
Misture todos os ingredientes até formar uma massa grossa. Adicione leite se necessário. Coloque em uma forma e leve à geladeira até endurecer.
Sirva com calda de côco, feita com leite de côco e açúcar.

DESAFIO: Fazer um tour gastronômico por Salvador!

Pelô - Foto tirada pela Marina, minha enteada
Em nossa estada em Guarajuba - BA, não podíamos deixar de passar um dia em Salvador! Além de visitar pontos turísticos como a Igreja do Bonfim, Pelourinho, Elevador Lacerda, Mercado Modelo, também fizemos um delicioso tour gastronômico, com nossos "Guias-VIP" Déia e Lu, que conhecem Salvador como a palma de suas mãos! Melhores guias que estes, impossível! E o passeio foi maravilhoso!

A primeira parada foi na Sorveteria da Ribeira, aberta em 1931 e eleita a melhor sorveteria do Brasil pela Revista Veja por 12 anos!! E dá para entender porquê! Além de um sorvete maravilhoso, o atendimento é muito bom! As atendentes são muito pacientes com clientes como nós, que queríamos provar todos os sabores antes de escolher os sabores do sorvete! Umbu, cajá, graviola, caju, côco, tamarindo, jaca... e os tradicionais chocolate, nata, café... Olhem o "cardápio" na parede da Sorveteria:


Acabei escolhendo o tradicional côco, com pedaços da fruta! Meu filho, Erik, escolheu o de Manga... consistente, pura fruta! Meu marido, Alê, escolheu Café e Ovomaltine. Deliciosos também! Muito sabor, muito leite, pouca gordura! O sorvete é artesanal, caseiro. Merecidíssimo o prêmio de "Melhor Sorveteria do Brasil".


Depois de visitar a Igreja do Bonfim, com direito a pedidos e amarração de fitinhas coloridas no braço de todos, seguimos para o nosso almoço, no Restaurante Soho. É um restaurante de comida japonesa à beira-mar, na Marina Bahia! Começamos com as deliciosas caipirinhas! Jabuticaba, Morango, Lichias...


E os pratos, muito caprichados! Provei, de entrada, as famosas "robatas" ou grelhados na chapa... Robata de batata doce, de banana da terra, de quiabo, de cogumelo... E, como prato principal, Camarão Tailandês no Abacaxi. Bem apimentado, com curry. Muito bom! Minha enteada pediu o Sunomono com Polvo (na foto), muito bem elaborado. Só quem não teve muita sorte com o pedido foi meu marido, alérgico a peixe. O Yakissoba, prato básico da culinária japonesa, não estava bom (a carne estava bem dura), o que foi bem decepcionante em um restaurante tão bem conceituado! 

Sunomono com Polvo do Restaurante Soho
Seguimos para o Pelourinho, ponto turístico obrigatório em Salvador! E, no Pelourinho, uma parada gastronômica obrigatória: A Cubana, sorveteria tradicional, onde iríamos provar o famoso Milk Shake de Côco e os Bolinhos da Cubana (como vocês podem perceber, devo ter engordado uns quilinhos neste tour gastronômico nada light!! rs). Mas valeu a pena! O Milk Shake é muito gostoso e os bolinhos, muito macios, com uma cobertura crocante de castanha de caju e chocolate!

Bolinho da Cubana - Bahia
Depois deste "lanchinho" delicioso, descemos pelo Elevador Lacerda e passeamos pelo Mercado Modelo. As compras foram todas "gastronômicas": mel de engenho, cocada, castanha de cajú, pimentas, goma de tapioca... Fechamento com chave de ouro no nosso passeio!

Obrigada Deia, Lu, pela organização, atenção e carinho!! Vocês foram fantásticos!!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

DESAFIO: Fazer tapioca com queijo coalho e mel de engenho!

Na Bahia, você encontra barraquinhas de tapioca (ou beijú, como é conhecido aqui) como encontra em São Paulo as casas de pão de queijo! A foto ao lado foi tirada na Casa de Farinha, na praia do Forte, que reproduz uma casa de farinha original, com os utensílios utilizados antigamente para a preparação da farinha da tapioca! A farinha, depois de umedecida e peneirada, é colocada na chapa ou frigideira, sem gordura, até dar "liga" e formar uma panqueca branca. Aí o recheio é colocado e metade dela é dobrada sobre o recheio. Está pronta a sua tapioca ou beijú!


Os recheios podem ser salgados ou doces... Os salgados mais tradicionais são feitos com queijo coalho e côco. Os doces levam doce de leite, leite condensado, mel de engenho, queijo com goiabada...

Na nossa semana aqui em Salvador, resolvemos fazer a tapioca em casa. Na feira de Monte Gordo compramos a farinha já pronta, umedecida. É possível comprar somente a farinha ou "goma", que deve ser umedecida e peneirada antes de ser preparada (dá um pouco mais de trabalho, mas em São Paulo é difícil encontrar a farinha já pronta para este fim.)


Compramos também o queijo coalho em pedaço e o mel de engenho para acompanhar.



Nossa amiga Cris, esposa do Beto, foi a "chef" desta noite. Ela espalhava a farinha por toda a frigideira já aquecida, formando uma camada grossa...



 Depois de uns 2 minutos, colocava as fatias de queijo coalho...


... dobrava a tapioca e deixava o queijo derreter.


Ficou perfeita, uma delícia! A minha, além do queijo coalho, foi complementada com o mel de engenho! hummm!!


É uma refeição completa, gostosa de fazer, deliciosa de comer!!

DESAFIO: Conhecer os ingredientes típicos da Bahia!

A Feira de Monte Gordo - BA rendeu muitas novidades para os Desafios Gastronômicos! Além de conhecer as frutas típicas da região, como graviola, côco, jaca, umbu... (veja o post anterior) a feira também era muito rica em ingredientes regionais! Carnes, crustáceos, farinhas, manteigas, legumes, temperos, ervas...
Logo na entrada, um engradado com galinhas vivas... Isso mesmo... Você escolhe a ave e o vendedor termina o serviço... ai!! Acho que, se eu morasse aqui, ia preferir virar vegetariana!! Como é bom comprar o frango congelado no supermercado!! 


E os caranguejos são vendidos vivos... Quem tem que fazer o "trabalho sujo" é a cozinheira!! Credo!! Até me lembrou o filme da Julia e Julie, quando a Julie tem que preparar a lagosta... e a bichinha vem viva!! Que dureza!!


As manteigas são vendidas fora da geladeira... A comum, bem salgada, lembra a manteiga Aviação. E a manteiga de garrafa... já vem líquida, mesmo fria, pois já foi previamente aquecida. É utilizada no preparo dos pratos típicos, como a carne do sol.

Os biscoitos também são diferentes! Estes são os biscoitos fofos, levemente adocicados, com sabor de côco ou de canela! A massa é parecida com um pão sírio torrado. Bem gostosinho!


E o biscoito de polvilho, aqui se chama "Avoador". É bem miúdo e com sabor de queijo:


Os grãos também são bem diferentes. Feijão fradinho é a base para o acarajé... E o andu, verde, é cozido em um tipo de feijoada local, com carne de boi salgada, carne de porco, linguiça... Mas você precisa debulhá-lo antes!


mandioca é base para a elaboração de farinhas, como a "goma", de onde é feita a tapioca ou beijú. Aqui, uma observação importante: a "mandioca paulista" aqui é conhecida por aipim ou macaxeira. É a raiz que pode ser cozida, frita... A mandioca mesmo é maior e é venenosa! Só serve para fazer farinha, depois de muito tratamento.

 O maxixe, da foto abaixo, é bem espinhudo e é ralado antes de ser preparado. É a base da Maxixada, um prato que leva este tubérculo com carne e camarão seco.


As barraquinhas de farináceos apresentavam muita variedade de ingredientes... As farinhas de milho podem ser finas, grossas... As de mandioca também... São base para biscoitos, bolos, farofas, mingaus... Que loucura!! Difícil absorver tanta novidade!


As famosas pimentas malaguetas... vendidas frescas, a granel...

O camarão seco, ingrediente para o Acarajé...


As ervas medicinais, para todos os tipos de males...

A carne do sol... Que deve ser dessalgada antes de ser preparada... É mais suave que o charque:


Os doces caseiros... como o de banana, feito na própria folha...

E o famoso queijo coalho... A "mussarela" nordestina, ideal como recheio da tapioca... Com côco ralado fresco... hummm....

E o melaço da cana, ou "mel do engenho", que também casa muito bem na tapioca e em outras sobremesas com queijo coalho... O azeite de dendê é fundamental para a moqueca e para o acarajé. E o leite de côco... combina muito bem com peixes, com doces, com batidas...


Agora, vem outro desafio... Utilizar nas receitas estes ingredientes maravilhosos!! Já estou me preparando para levar alguns deles para casa. Vamos lá!!

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

DESAFIO: Conhecer as frutas típicas da Bahia na feira de Monte Gordo!


A alegre feira de domingo em Monte Gordo - BA
Estamos em férias na Bahia, mais precisamente em Guarajuba, a 40 km de Salvador. E ontem, domingo, o programa foi ir à Feira de Monte Gordo, cidade vizinha a Guarajuba. Um paraíso para quem quer conhecer novos ingredientes, sabores e a culinária regional! E o melhor, acompanhada por D. Graça, mãe de nosso amigo Luciano, soteropolitana e conhecedora da culinária baiana!

A feira tem de tudo... Roupas, utensílios, flores, comida pronta, Carne do sol, frutas típicas, temperos, ingredientes, biscoitos, ervas medicinais, barraquinhas vendendo mingau! Uma típica festa nordestina!

Antes de irmos às compras, primeiro tomamos nosso "café da manhã"! Mingau! De carimã (mais liso e perfumado) e de mungunzá (parecendo uma canjica mais líquida e quente!!). Provei os dois, deliciosos com canela em pó! Havia também o mingau de milho amarelo, muito semelhante a um curau mais líquido e quente!


Mingau de Carimã

Mingau de Mungunzá
Depois do café da manhã super saboroso (eu escolhi o Mingau de Mungunzá), fomos comprar as frutas. Fiquei maravilhada com as novidades regionais! Parava em cada banca para perguntar nomes, sentir aromas... Os feirantes me olhavam com surpresa e divertimento! Mas foram todos muito receptivos e pacientes com a "freguesa-turista-tiradora-de-fotos-de-comida"! Algumas frutas (como o côco) são mais familiares... outras, como o umbu, eu nunca tinha visto!

Côco verde
Côco seco

Jaca
Umbu

Acerola, limão, caju, laranja...
Carambolas...
Jenipapo
Graviolas

Manga Rosa, Manga Espada...
As mangas da região merecem um comentário especial... No condomínio onde estamos hospedados, é possível colher diretamente do pé! E quanta variedade! Hoje eu provei, no café da manhã, a Manga rosa (mais fibrosa, doce e amanteigada) e a Manga Espada (miúda, verde por fora, muito doce por dentro, com poucas fibras)... Deliciosas! Mas os tipos não param por aí... Carlota (casca verde e amarela), Espada Roxa (arroxeada, como o próprio nome já diz...), Pingo de Ouro (pequena e dourada), Itiúba (enorme, quase do tamanho de uma graviola), Casca de Queijo (vermelha como o queijo bola)... Quem sabe ainda consigo provar estas também?? 

Ainda faltaram fotos de frutas bem conhecidas por aqui... a seriguela e a mangaba... O suco de mangaba é bem grosso, parece uma vitamina e a fruta tem um leve sabor de banana! Muito diferente, um sabor que não havia sentido antes!

Mas a experiência da feira baiana não termina por aqui! Aguardem os próximos posts com as novidades em ingredientes e temperos!! Também estou aprendendo novas receitas com estes ingredientes... como cuscuz doce, tapioca com queijo coalho, carne do sol...

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

DESAFIO: Fazer o Bolo de Nozes todo decorado com chantilly!

Este bolo já é tradição no Natal da nossa família. Mas, este ano, eu quis caprichar mais! Normalmente faço uma decoração simples, passando chantilly por todo o bolo e salpicando umas nozes inteiras ou picadas na superfície dele. O desafio foi fazer a decoração utilizando o próprio chantilly, o que não é nada fácil, principalmente considerando esta época do ano (verão!!!), pois o chantilly derrete com muita facilidade e aí a decoração vai para o espaço! rs

Primeiro, fiz o massa do bolo:
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 2 colheres de chá de fermento em pó
  • 1 colher de sopa de chocolate em pó
  • 1/2 colher de chá de sal
  • 125 gr  de margarina ou manteiga
  • 2 xícaras de açúcar
  • 2 ovos
  • 1 xícara de leite
  • 200 gr de nozes moídas

Aqueci o forno a 190 graus. Untei uma forma redonda de 30 cm. Peneirei junto a farinha, o fermento, o chocolate e o sal.
Bati em creme a margarina com o açúcar. Juntei os ovos um a um, batendo bem depois de cada adição. Acrescentei os ingredientes secos, alternando-os com o leite, Por último, misturei as nozes moídas (sem bater).
Assei em forno médio, até dourar na superfície (uns 40 minutos). Deixei esfriar bem antes de começar a decoração. O ideal é que o bolo esteja bem gelado.
Para a decoração:
  • 2 garrafas de creme de leite fresco
  • 2 colheres de sopa de açúcar de confeiteiro (peneirado) 
  • 10 gotas de essência de baunilha (ou um saquinho de açúcar vanilla)
  • 50 gr de nozes picadas (para decorar)
Deixei as garrafas de creme de leite por 30 minutos gelando no freezer. Fiz o mesmo com a tigela, as pás da batedeira e o saco de confeitar. Em seguida, preparei o chantilly, batendo o creme de leite bem gelado com o açúcar e a baunilha até fazer picos. Voltei ao freezer, para ficar bem gelado (não se assustem! é um "leva-e-traz" mesmo da geladeira e do freezer para evitar que fique mole!!)
Cortei o bolo ao meio (há duas formas de se fazer isso: uma, utilizando uma linha dupla de costura, passando cuidadosamente pelo meio do bolo. A outra, é com uma faca de pão, bem comprida, cortando o bolo ao meio). Recheei com metade do chantilly e cobri todo o bolo com uma fina camada de chantilly, alisando bem com a espátula. Voltei o bolo à geladeira.
Aí começou a parte mais complicada. Enchi o saco de confeitar (bem gelado também) com metade do chantilly que havia sobrado e, cuidadosamente, comecei a decorar o bolo, com um bico de pitanga pequeno (na foto, o segundo da esquerda para a direita).
A decoração começa por toda a lateral do bolo, fazendo uma pequena flor na base inferior e subindo com o chantilly até a base superior do bolo, terminando com outra flor... Fiz isso em toda a lateral do bolo.
Com a ajuda de uma régua, fiz um quadriculado na superfície do bolo. Enchi novamente o saco de confeitar com o restante do chantilly. Seguindo as marcações, preenchi com chantilly. Depois, alternando os quadrados, preenchi com florzinhas, deixando um com flores e outro sem.
No final, preenchi os quadrados vazios com as nozes picadas! Será que deu para entender?? rs...
Da próxima vez, vou tirar fotos do passo-a-passo! Mas eu estava sozinha na cozinha e era praticamente impossível parar para tirar fotos, ainda mais com o leva-e-traz da geladeira!! Fora que tudo deve ser feito bem rápido, porque o próprio calor das mãos no saco de confeitar amolece o chantilly! Mas vale a pena, porque fica bem bonito! Parece até comprado pronto!!! E não precisa esperar o próximo natal para fazer! Fica bem bonito para festas de aniversário ou para um chá com as amigas!! Só tem um probleminha... Dá uma pena de cortar!! No Natal, fiquei adiando a sobremesa só para o bolo ficar inteirinho mais um pouco... rs... Mas não deu prá segurar muito...
  

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Molho Concassé (Tomates Frescos)


Molho Concassé
Que tal um molho de tomates leve, bem temperado e ainda por cima fácil de fazer?? O Molho Concassé leva tomates frescos, muito manjericão, alho, cebola e azeite! E, para deixar o molho bem adocicado, açúcar! Sirva com massas recheadas (cappelletti, ravioli)... Como o Ravioli Ráscal, verde, recheado de mussarela de búfala!






  • 3 kg de tomates italianos bem maduros

  • 1 maço de manjericão fresco (metade picado e a outra metade nas folhas inteiras)

  • 1 cebola média picada

  • 3 dentes de alho picados

  • 20 gr de açúcar

  • 1/2 colher de sopa de sal

  • 3/4 xícara de azeite extra virgem


  • Ferva água em uma panela bem grande. Desligue o fogo e coloque os tomates inteiros. Tampe e deixe por 5 minutos. Retire a água quente e jogue água fria nos tomates, para dar um "choque térmico". Isso fará com que a pele se solte mais facilmente. Retire a pele dos tomates, corte-os no meio e esprema delicamente para sair as sementes. Pique em pedaços pequenos.

    Em uma panela grande, refoque a cebola picada, o alho e 3 colheres de sopa de azeite. Junte o sal e o manjericão picado e deixe refogar mais um pouco. Quando a cebola estiver transparente, acrescente os tomates picados, o açúcar, o restante do azeite e as folhas inteiras de manjericão. Deixe apurar por uns 15-20 minutos.